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Novo centro dedicado à investigação clínica da artrite reumatóide
Novo centro dedicado à investigação clínica da artrite reumatóide

"É, por enquanto, apenas uma maqueta, mas o projeto que a Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide (A.N.D.A.R.) quer ver concluído em 2022 vai ser muito mais d

"É, por enquanto, apenas uma maqueta, mas o projeto que a Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide (A.N.D.A.R.) quer ver concluído em 2022 vai ser muito mais do que isso, anuncia Arsisete Saraiva, presidente da A.N.D.A.R., em entrevista ao Verdaqui. Para além de nova sede da Associação, servirá ainda muitos outros propósitos, que vão do acolhimento e apoio a doentes diagnosticados sem acesso a tratamento adequado, divulgação da doença e do seu tratamento e o primeiro dedicado à investigação e aos doentes com artrite reumatóide em Portugal."

 

Para Arsisete Saraiva “este é o realizar de um sonho. É um centro criado e pensado de raiz para doentes com artrite reumatóide.” O novo edifício, uma obra que continua em busca de investidores que ajudem a tornar-se realidade, terá sete pisos acima do solo e dois em cave, apresentando-se com uma imagem singular, espelho de segurança, conforto, sofisticação e tecnologia. Terá gabinetes médicos, salas de tratamentos e exames, sala de trabalho de enfermagem, ginásio, fisioterapia e hidroterapia (piscina), um núcleo de Internamento, com uma unidade de cuidados continuados integrados, um centro de dia e ainda um auditório com capacidade para 300 lugares, e sala de exposição técnica, para além do já referido Centro de Investigação.

Recorde-se que, em Portugal, são cerca de 50.000 a 70 000 os doentes diagnosticados com artrite reumatoide, uma doença inflamatória crónica que pode limitar os gestos diários. Trata-se de uma doença reumática inflamatória crónica, que ocorre em todas as idades com mais prevalência no sexo feminino e apresenta, como manifestação predominante, o envolvimento repetido e habitualmente crónico das estruturas articulares e periarticulares. Quando não tratada precoce e corretamente, acarreta, em geral, graves consequências para os doentes, traduzidas em incapacidade funcional e para o trabalho.

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